sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Tu és em linguagem culta.

Es minha noite és meu quarto
Se eu quizer dormir!
E meu dia se num intante eu acordar
Despessece em pedaços, como o silencio ao contrário
Se me esperas
Escreva alguns versos
Mais não os rasgue
Os guarde como um pensamento infinito
Seja meu fado, meu bardo, meu eunuco, meu soprano.... ou arauto
Mas apenas, seja...
Es assim como um sol em noite escura, dito Amim, como o claro
Me viro ao avesso e sou seu casaco, com toda essa beleza interior
A demonstrar em seus arredores
Vou sair, seja assim o meu asfalto
Pois na tua caminhada minha iluminação a segue
Siga-me, e eu chovo sob seu cabelo meu intinerário
Serei mais um paradeiro de sua vida
Mesmo nos versos que escreves e rasga!!!


(Daniel Rdrigues)

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